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A fabricante dinamarquesa de nãotecidos adquire a JV brasileira DuPont Cipatex.


A Fibertex Nonwovens, empresa fabricante de nãotecidos e pertencente ao grupo industrial dinamarquês Schouw & Co., anuncia a aquisição da empresa brasileira de nãotecidos DuPont Cipatex.

A Fibertex Nonwovens obtém, assim, uma posição representativa no crescente mercado sul-americano e amplia substancialmente sua posição de destaque no mercado global como fornecedor de nãotecidos para a indústria automobilística.

Com  a aquisição, o grupo dinamarquês pretende se consolidar como fornecedor estratégico dos grandes indústrias europeias que atuam no mercado sul americano.


Com receita anual na casa dos DKK 1,4 bilhão (base 2017) (conversão para o real resulta em algo como R$750 milhões), a Fibertex Nonwovens conta com plantas em operação na Dinamarca, França, República Checa, Turquia, EUA e África do Sul.



Fundada em 2001, com a união da Dupont e Cipatex, a DUCI tem receita anual de 115 milhões de DKK (2017) (conversão para real resulta em algo como R$ 64 milhões). Conta com uma plataforma de produção da chamada tecnologia de spunlacing - um método bastante novo em que os nãotecidos são entrelaçados por jatos de alta pressão. Esse segmento é a grande oportunidade de negócio na região
que a Fibertex Nonwovens enxerga com a aquisição da DUCI. A partir da presente data, a DUCI passa a se chamar Fibertex Nãotecidos Ltda.


Uma das grandes oportunidades que os executivos da Fibertex apontam é o mercado automotivo sul-americano. Um veículo médio consome, em média, 30m2 de nãotecidos, que são aplicados em faróis, assentos e prateleiras e até em aplicações externas, como em carcaças de roda, isolamento de motor, underbody, etc. A companhia também tem interesse na entrada de wipes de alta performance no
mercado brasileiro, setor em que a Fibertex se destaca na Europa.


As vendas cruzadas entre Europa e América do Sul também serão foco de oportunidade para ampliação de negócios, segundo a Fibertex. O CEO da Schouw & Co., Jens Bjerg Sørensen, afirma: "consideramos a aquisição da DUCI como um grande passo na direção correta para a nossa estratégia de ampliação dos negócios".


Para Carlos Eduardo Benatto, diretor presidente da Fibertex Nãotecidos, as empresas têm grande sinergia entre suas áreas de atuação e essa operação. “Trata-se de uma oportunidade para a ampliarmos nossa atuação em mercados em que estamos estabelecidos e, ainda, expandir nossa atuação para a América do Sul”, afirma o executivo.


Capacidade de produção será ampliada até 2020


A Fibertex Nãotecidos está situada em Cerquilho, região metropolitana de Sorocaba (SP) e, atualmente, emprega cerca de 100 a 130 pessoas. A Fibertex Nonwovens tem planos para ampliar a capacidade de produção da Fibertex Nãotecidos nos próximos anos, de acordo com os diferentes tipos de aplicação de nãotecidos.

A aquisição da DUCI entrou em vigor em 2 de fevereiro de 2018 e, portanto, deverá produzir receitas em 2018. A Schouw & Co. divulgará seu relatório anual de 2017 em 9 de março de 2018, no qual fará projeções para 2018, também sobre os negócios da Fibertex Nonwovens.


Fatos sobre Fibertex Nonwovens


A Fibertex A/S foi assumida pela Schouw & Co. em 2002 e, em 1 de janeiro de 2011 foi dividida em duas empresas irmãs: Fibertex Nonwovens A / S e Fibertex Personal Care A / S. A companhia é líder na fabricação de nãotecidos para a indústria automobilística, indústria de móveis, construção, geotêxteis, entre outros segmentos.


A Fibertex Nonwovens está sediada em Aalborg, onde a empresa foi fundada em 1968. O negócio gera uma receita anual de 1.400 milhões de DKK (orientação 2017) e, além do Brasil, mantém produção na Dinamarca, França, Checa, Turquia, EUA e África do Sul, e tem escritórios de vendas na França, Portugal, Espanha, Índia e China.


Sobre o setor de Nãotecidos e Tecidos Técnicos (dados ABINT - Associação Brasileira das Indústrias de Nãotecidos e Tecidos Técnicos, base 2016)

O segmento de Nãotecidos, que nos últimos cinco anos investiu mais de US$ 70 milhões em atualização tecnológica em equipamentos de última geração e que hoje emprega no Brasil diretamente mais de 16.500 pessoas, apresenta um consumo aparente de 283.930 toneladas/ano, exportações de 31.990 toneladas/ano e importações de 40.272 toneladas/ano. Já o setor de Tecidos Técnicos investiu, nos últimos dois anos, mais de US$ 47 milhões em atualização tecnológica e equipamentos e gera cerca de 22.000 empregos diretos. Apresenta consumo aparente de 302.010 toneladas, exportações de 6.235 toneladas e importações de 44.973 toneladas.


Fonte: Fibertex Nonwovens


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